Universitários se dedicam ao exercício físico

•novembro 9, 2010 • Deixe um comentário

Por Aline Bassanesi

Entre os dias 12 a 15 de novembro acontecerá a IV Olimpíada da UNEMAT. Os jogos reunirão acadêmicos dos diversos campi e celebrará a diversidade social e cultural existente em nosso Estado. As inscrições para a competição aconteceram nos dias 15 e 16 de Agosto e foram realizadas pelos DCE’s (Diretório Central dos estudantes).

No campus de Alto Araguaia as equipes já estão formadas e treinando para a competição. Serão aproximadamente 33 acadêmicos distribuídos nas modalidades de Futsal masculino, Vôlei masculino e feminino, natação e atletismo.

Segundo o coordenador de esporte e cultura do DCE “Manoel de Barros”, Casimiro Ríos García, as expectativas são muito boas. “Já conseguimos alimentação e alojamento, agora estamos em busca do transporte. Procuramos algumas empresas, mas por causa da burocracia ainda não conseguimos, mas tudo indica que os jogos serão de muito proveito”, finaliza Casimiro.

Alguns veteranos já estão se preparando para a competição, como é o caso do acadêmico de Jornalismo, Diego Silva, que irá competir na modalidade de atletismo 100m. “Eu participei dos jogos da UNEMAT em Tangará da Serra, concorri com seis atletas e sem treino consegui o terceiro lugar. Nesse ano já estou me preparando, freqüentando academia e correndo, melhorando assim, meu condicionamento físico”, explica o acadêmico que está disposto a conseguir o primeiro lugar para o campus de Alto Araguaia.

O evento é visto como uma forma de integração acadêmica universitária, mostrando a diversidade e a realidade encontrada em outros campi. “É interessante esse tipo de evento para que a gente saia da rotina acadêmica como, pesquisas e leituras, assim passamos a exercitar não só a mente, mas também o físico” ressalta Diego Silva. Os acadêmicos sairão de Alto Araguaia no dia 12 de Novembro e retornarão dia 15. Ficamos esperando o retorno de nossos atletas ao campus com muitas medalhas.

 

Anúncios

Um olhar fotográfico

•julho 11, 2010 • Deixe um comentário

Por Aline Bassanesi

O Colóquio realizado pela Unemat, Campus de Alto Araguaia, teve sua primeira noite de sucesso. Na segunda (05), a abertura do evento contou com a mesa redonda, ministrada pelos professores da Universidade com o tema, “O curso de jornalismo e sua interdisciplinaridade: novas fronteiras do conhecimento”. O debate teve iniciou as 19h e os acadêmicos participaram com questionamentos a cerca do tema.

Mas antes de iniciar os debates da mesa redonda, no corredor da universidade já acontecia uma exposição de fotos realizada pelos acadêmicos do 3°, 4° e 5° semestre de Jornalismo. A exposição foi realizada com diversos temas, como meio ambiente, turismo, esporte, retratos, entre outros. A iniciativa da exposição foi dos próprios acadêmicos em parceria com a professora Thais Campos, que ministra as disciplinas relacionadas a fotojornalismo.

“É com esse tipo de trabalho que além de despertar o interesse dos alunos a procurar por essa atividade, é possível obter a troca de conhecimento com outros colegas”. Explica a acadêmica do 5° semestre, Alvarina Patrícia, que usou como tema fotográfico o meio ambiente e o turismo na cidade de Alto Araguaia.

Trabalhos como esses na Unemat de Alto Araguaia não são vistos com freqüência e quando acontecem são bastante prestigiados pelos acadêmicos e professores. Segundo a professora Thais Campos esse tipo de evento é de grande importância, principalmente porque a iniciativa partiu dos alunos. Isso mostra que existe um empenho entre os estudantes de estarem aperfeiçoando os seus conhecimentos. “Produzir e poder mostrar isso para toda a universidade, já os empenham a trabalharem melhor”, finaliza a professora.

A disciplina de fotojornalismo leva até o acadêmico um olhar critico e uma nova forma de ver o que está além das lentes da maquina fotográfica.  “Trabalhar com ensaio fotográfico desperta o olhar jornalístico acadêmico. Procurar fazer uma foto analisando o todo em que a compõe, não tirá-la apenas por tirar, mas focando nela a imagem que deseja passar para o seu público, isso é fotojornalismo.”, acrescenta Alvarina Patrícia. Os estudantes mostraram isso em toda a exposição, com fotos recheadas de emoção que falam através de um olhar a exposição foi um sucesso e continua até o término do IV Colóquio.

Mulheres ainda são desvalorizadas

•junho 29, 2010 • Deixe um comentário

Desde que a mulher entrou para o mercado de trabalho, as diferenças salariais entre os gêneros existem. E nós, brasileiras, sabemos bem como é esse realidade.

Um estudo recente da Confederação Internacional dos Sindicatos (ICFTU, em inglês), afirma que no Brasil a variação é de 34%. O estudo, baseado em pesquisas com 300 mil mulheres de 24 países, afirma que estas, no mundo todo, ganham em média 22% a menos que os homens.

Depois do Brasil, as maiores diferenças ocorrem na África do Sul (33%), no México (29,8%) e na Argentina (26,1%). Nos Estados Unidos, a diferença é de 20,8%. “Se nós pararmos para pensar, o ambiente de trabalho ainda é bastante masculino. Terninho, roupas e sapatos mais fechados, além dos cabelos presos predominam nas grandes empresas. Se a mulher chora é porque ela é louca, já nos homens isso pode até ser considerado uma atitude nobre. Se ela grita também é desequilibrada, mas se eles fizerem isso é sinal de autoridade. A cultura organizacional se acostumou com elas no mercado, mas ainda existem alguns resquícios que interferem inclusive na questão salarial”, destaca a consultora empresarial Daniela do Lago.

Atualmente, a equiparação de salários entre homens e mulheres é discutida no plenário. Está em tramitação o projeto de lei 6393/09, do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), que prevê multa para empresas que pagarem um salário menor à mulher do que ao homem. Mas ainda falta muito para que de fato ele possa valer. “Ele foi aprovado apenas pela Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público da Câmara dos deputados. Precisa ser aprovado pela Câmara dos deputados, depois pelo Senado e sancionado pelo presidente, portanto, o projeto também pode ser alterado neste caminho”, ressalta o advogado Alexandre Gaiofato de Souza.

Em uma análise mais profunda, o que aparentemente é algo benéfico para as mulheres, na prática ele não poderá surtir efeito. “Atualmente as mulheres que exercem a mesma função que homens, na mesma empresa, na mesma região e com menos de dois anos no cargo, já podem pedir na justiça do trabalho salários iguais, sem qualquer alteração na lei. Essa equiparação salarial pode ser pleiteada após a saída da funcionária e, se provada, a empresa é condenada a pagar a diferença à mulher empregada”, explica.

Sabendo disso, várias organizações não mantém pessoas de sexos diferentes no mesmo cargo. “Por exemplo, a mesma empresa pode ter uma gerente comercial e um supervisor comercial, ambos exercendo a mesma função, mas como estão com registros diferentes cada um recebe a quantia pertinente a sua função”, aponta a consultora.

Caso isso seja confirmado, Daniela, que também é professora dos cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas e da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS, indica procurar antes de mais nada o departamento de Recursos Humanos.

Para os dois especialistas, se o projeto se transformar em lei e fazer parte do dia-a-dia das organizações, a sua aplicação não vai alcançar o resultado esperado que é o de valorizar a mão-de-obra feminina no mercado.

Na opinião da consultora, ele poderá ser uma forma de ajudar quem trabalha em corporações cuja cultura ainda não está atenta para a questão. “Se a gente for traçar um paralelo podemos destacar a multa para empresas de médio e grande porte que não tiverem pelo menos 3% do quadro de funcionários de deficientes físicos. A lei já existia, mas depois da exigência da multa, muita coisa mudou. Não acho sou favorável ao projeto de lei dos salários, pois acho que isso deveria surgir naturalmente, mas quem sabe ele possa ajudar”, aponta.

Para o advogado, a situação também não será resolvida apenas com uma lei, mas com a evolução da sociedade. “Ela que valorizará cada vez mais o trabalho da mulher, até porque as mulheres estão conquistando mais espaço com a qualidade de seu trabalho”, finaliza.

Fonte: http://www.ronibacana.com.br

Um caminho com obstáculos

•junho 29, 2010 • Deixe um comentário

Aline Bassanesi
Plantão News

Ônibus de empresas de linhas interestaduais entre Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais ou Brasília não estão fazendo paradas na rodoviária de Alto Araguaia (436 km de Cuiabá, divisa com Goiás) e segundo passageiros, os tikets estão sendo vendidos até Santa Rita do Araguaia (G0). O motivo, segundo empresas de transportes é que não há condição de tráfego com o ônibus na Rua José Morbeck – que dá acesso à rodoviária – que se encontra intransitável.

O problema está causando revolta na população que se utiliza desse meio de transporte, principalmente para os estudantes que moram fora de Alto Araguaia. Para voltar a Alto Araguaia eles precisam pagar mais caro pela passagem, já que a parada final é em Santa Rita, cidade vizinha, mas no estado de Goiás. Além disso os passageiros são obrigados ao pagamento de táxi para se deslocarem – de volta – para Alto Araguaia.

A Rua Benjamim Constant, próxima a Universidade do Estado de Mato Grosso-Unemat, também se encontra em situação parecida. Buracos, falta de asfalto e pedras no meio do caminho, são cenas diárias em que os moradores dessa região convivem todos os dias. A situação se agrava em épocas de chuva pelo fato de que as ruas não foram bem projetadas acabam inundando, impedindo a passagem de carros e pedestres. É necessário que a população faça a volta ao redor do quarteirão, ou então enfrentem a água suja e com risco de doenças.

“Quando chove, com cerca de 5 minutos a rua já inunda e como é o caminho principal para eu ir para a faculdade e voltar pra casa, o único meio é mudando o caminho e andando mais dois quarteirões”, reclama a moradora e estudante Danymeire Carvalho.

Com tantos problemas a população já não sabe a quem reclamar, já que os impostos são pagos, mas as melhorias não são vistas pelos moradores. “O que queremos é que a prefeitura faça o que é de obrigação dela, de forma que todos possam conviver em harmonia” – frisa a moradora.

Dia sem GLOBO.

•junho 26, 2010 • Deixe um comentário

Campanha rolando pela internet e twitter.
O técnico da seleção brasileira abriu fogo contra a Rede Globo. Dunga deu na canela do comentarista Alex Escobar, da Globo. Poucas horas depois, um dos apresentadores do programa Fantástico, Tadeu Schmidt, da África leu um editorial da emissora detonando Dunga.

Tudo tem um porque, antes do ataque ao Dunga no Fantástico, o Jornal O Globo já havia descido a lenha na seleção e principalmente no seu treinador.

Qual a razão dessa súbita mudança de comportamento?

Vamos aos fatos:

Segunda feira, véspera do jogo de estreia da seleção brasileira contra a Coréia do Norte, por volta de 11 horas da manhã, hora local na África do Sul.

Eis que de repente, aportam na entrada da concentração do Brasil, dona Fátima Bernardes, toda-poderosa Primeira Dama do jornalismo televisivo, acompanhada do repórter Tino Marcos e mais uma equipe completa de filmagem, iluminação etc. Indagada pelo chefe de segurança do que se tratava, a esposa do poderoso William Bonner sentenciou: “Estamos aqui para fazer uma REPORTAGEM EXCLUSIVA para a TV Globo, com o treinador e alguns jogadores…”.

Comunicado do fato, o técnico Dunga, PESSOALMENTE dirigiu-se ao portão e após ouvir da Sra. Fátima o mesmo blá-blá-blá, foi incisivo, curto e grosso, como convém a uma pessoa da sua formação: “Me desculpe, minha senhora, mas aqui não tem essa de “REPORTAGEM EXCLUSIVA” para a rede Globo. Ou a gente fala pra todas as emissoras de TV ou não fala pra nenhuma…”.

Brilhante!!!

Pela vez primeira em mais de 40 anos, um brasileiro peitava publicamente a Vênus Platinada!!!

“Mas… – prosseguiu dona Fátima – esse acordo foi feito ontem entre o Renato (Maurício Prado, chefe de redação de esportes de O Globo) e o Presidente Ricardo Teixeira. Tenho autorização para realizar a matéria”.

Dunga: – “Não tem autorização nem meia autorização, aqui nesse espaço eu é que resolvo o que é melhor para a minha equipe. E com licença que eu tenho mais o que fazer. E pode mandar dizer pro Ricardo (Teixeira) que se ele quer insistir com isso, eu entrego o cargo agora mesmo!”.

O treinador então virou as costas para a supra sumo do pedantismo e saiu sem ao menos se despedir. Dunga pode até perder a classificação, a Copa, seu time pode até tomar uma goleada, qualquer fiasqueira na África, mas sua atitude passa à história como um exemplo de coragem e independência frente a uma das instituições privadas mais poderosas no País e que tem por hábito impor suas vontades, eis que é líder de audiência e por isso se acha acima do bem e do mal.

Em linguagem popular, o Dunga simplesmente mijou na Vênus Platinada! Sugiro uma estátua para ele!!! Após, a poderosa Globo, a mesma que levou o Collorido ao poder e depois o detonou por seus interesses, agora difama o Dunga, tá certo que o cara é meio Ogro, mas não teve o direito de se defender dos ataques em momento algum. Falar mal do cara é liberdade de imprensa. Ouvir o cara não pode?

A reação do povo foi imediata. O editorial lido no programa “Fantástico”, da Rede Globo, deu repercussão no mundo virtual. E pela primeira vez na história o Brasil inteiro apóia o técnico da Seleção. Só a Globo para conseguir isso… Dentre os assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira (21), a frase “Cala boca, Tadeu Schmidt” era líder absoluta, superou até a antecessora “Cala Boca, Galvão”, que liderou por dias seguidos os Trending Topics.

E não parou por ai. Em apoio ao técnico da seleção brasileira, os twiteiros lançaram o “DiaSemGlobo”, que foirealizado na última sexta-feira, quando o Brasil jogou com a seleção de Portugal, no encerramento da primeira fase da copa.

Todo mundo na Band, ou em outra emissora, não vamos sintonizar a Globo na sexta-feira, temos que começar a deixar de ser gado manso, mostrar que não somos trouxas manipuláveis.

VAMOS FAZER O BRASIL INTEIRO PENSAR!!!

Esperamos que a campanha tenha dado certo e VIVA o Dunga !!

Fonte: http://pilulafeminina.blogspot.com/D

O Kaká não fez nada juiz!

•junho 21, 2010 • 3 Comentários

Por Aline Bassanesi

Segundona pós jogo do Brasil na copa do Mundo, e nada mais interessante do que se ligar nos comentários sobre o jogo de ontem. Uma novidade que me chamou à atenção, foi a comunidade que eu encontrei no site de relacionamentos, Orkut, que diz: O Kaká não fez nada juiz! Uma reivindicação contra a expulsão do jogador Kaká, no jogo de ontem, após provocações do time adversário.

Mas será que o Kaká teve culpa ou não? Foi o que procurei saber de algumas mulheres interessadas no jogo e no Kaká, porque não?!

Depois de uma atuação apagada no jogo contra a Coréia do Norte, Kaká mostrou que sua estrela não tinha apagado, apenas estava desbotada e mandou ver no jogo contra Costa do Marfim. Os 3 gols do Brasil vieram de 3 passes de Kaká. É o velho e bom Kaká de volta!

Segundo a torcedora Francieli Karine, o Kaká é “mara” e não fez nada para ser expulso do jogo. “Até agora pra ser sincera eu não entendi. O cara deitou no chão pra fingir”. Ela ainda ressalta  que ele devia ter ficado mais tempo no jogo para que ela pudesse ficar olhando ele. Boa idéia hein em Fran.

Já para Jaíne Nahane, o Kaká proporcionou  a expulsão. “Ele já tinha um cartão amarelo, dessa forma ele sendo expulso e o Brasil já classificado, ele poderia descançar no próximo jogo, que por sinal vai ser mais facíl. Aí nos outros jogos ele já está de boa e sem nenhum cartão”. Em relação ao jogador, Jaíne acredita que ele deu uma “melhoradinha”, porque no começo estava ruim.

Com um olhar mais técnico, a torcedora Bárbara Grigolette fala ao nosso blog, o que ela entendeu sobre a expulsão do jogador Kaká. “Pelo que eu notei ele nem viu o jogador correndo, tanto que ele fez cara de assustado na hora que sentiu ‘a pancada’. E o juiz pegou meio pesado, acho que não precisava expulsar. Poderia ter dado só um amarelo, ou falta, sei lá”.

Mas o que nenhuma delas deixou de afirmar é que  Kaká é um bom jogador, mesmo que no começo ele não tenha se saído tão bem assim.

“O Kaká, joga bem, tem uns passes bem inprevisiveis. É aquele ‘moço de família’ que toda mulher procura. Bonito, religioso (até demais), bem sucedido, e parece que não se deixa levar pelo que pensam dele. Tanto que ao contrário dos outros, mesmo quando era solteiro ele não saia pra farrear com os companheiros de profissão”. Acrescenta Bárbara.

É, a mulherada está com tudo e mostra para quem quiser ver, que eles não são apenas um corpinho bonito, elas entendem de futebol e vem ganhando seu espaço num meio que antes, não era coisa de mulher, mas isso antes, porque hoje elas são boas entendedoras de futebol.

A mulher do século 21

•junho 21, 2010 • Deixe um comentário

Por Douglas Short

A mulher do século 21 está mais determinada, quebraram-se os paradigmas que existiam em relação a ela. A mulher não é mais sinônimo de sexo frágil, hoje são elas que tomam suas próprias decisões, a mulher passou a ocupar espaços que eram predominantemente do homem, mas isso, não só falando da vida profissional. Por exemplo, uma executiva, não estou falando necessariamente disso, hoje é comum ver mulher em boteco, estádio de futebol, ambientes que há um tempo eram predominantemente masculinos.

E essas escolhas não parte somente quando a mulher se torna adulta, isso ocorre desde a adolescência e juventude em diante. Bobos são aqueles que pensam que a mulher não é capaz, que elas são limitadas. A mulher do século 21 é exemplo de alto-estima, virilidade, preceitos esses, fundamentais para conquista e o triunfo.

Mas, para grandes atos exigem grandes responsabilidades, e a mulher se tornou refém de características masculinas. Elas decidem com quem ficar e quando ficar, mas também, estão sujeitas a serem rejeitadas, e isso, não é muito peculiar ao gênio feminino, pois a rejeição fere o ego, e é uma das feridas mais difíceis de cicatrizarem.

A mulher conquistou a tão sonhada “liberdade masculina”, sair com quem quiser transar com quem quiser. Mas, elas estão satisfeitas com isso? Elas estão sabendo aproveitar isso? Tem um velho ditado que diz: criança que nunca comeu doce, quando come se lambuza. Esse é um ato que pode ser aplicado à mulher do século 21, pois a mulher rompeu barreiras, quebrou paradigmas, e o tão sonhado sucesso e a liberdade conseguiu, mas será que elas pensavam que seriam dessa forma? Na atualidade vivemos no êxtase das mulheres frutas, mulheres se tornaram celebridades em um piscar de olhos, como por exemplo, a Geizy Arruda. Seriam essas, as expectativas que as mais otimistas feministas previam com a revolução feminina? Ou a mulher do século 21 se tornou uma forma mascarada e maquiada das suas charas de séculos anteriores.

Com tanta luta e esforço por um espaço e reconhecimento que é de legitimidade da mulher, é difícil de acreditar que essa “batalha” tenha sido em vão. Pois, como possamos ver hoje em dia na mídia as mulheres são lindas e maravilhosas, belos corpos, barrigas definidas e pernas torneadas. Tudo aquilo que boa parte da população deseja, mas essas mulheres por dentro são “vazias”, não é nada além, de boa aparência. É o perfil de mulher que passa por um processo – uma forma, elas são basicamente a mesma coisa. Bundão, peitão, pernão … e nada na cabeça.

Esse é o retrato de uma sociedade ignorante e estagnada, a boa aparência e a juventude passa – é passageiro, é o processo de vida de todo ser humano, mas o conhecimento não, ele fica, é duradouro e vitalício. Nós somos quem podemos ser, e o que nos diferencia dos outros é a nossa capacidade de produção. As pessoas que geraram conhecimento elas estão eternizadas na história, isto, graças aos seus mecanismos e capacidades de produzir, produzir e gerar conhecimento.

Dessa forma as mulheres “normais” da sociedade não desistam de seus objetivos – busquem, batalhem e conquistem. Existem outras formas de beleza, existem diferentes maneiras de serem bonitas. Essas mulheres “padronizadas” com o passar do tempo enjoam, porque conforme os dias vãos você percebe que elas são limitadas e nada além, de um corpo vazio. No fundo são mulheres sozinhas com um espaço que não foi preenchido. Então mude a rota não seja só mais uma, busque o diferencial. Tem uns loucos que usam drogas e exercitam só o corpo, mas tem uns mais loucos ainda que exercitem a mente.